O ALCANCE DOS JOELHOS
Título
Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte. (2 Coríntios 12:10)
Hoje vamos falar sobre a diferença entre o esforço humano e a dependência divina.
1. O Limite dos Nossos Pés
Os pés representam nossa capacidade natural, nosso trabalho e o caminho que conseguimos trilhar com nossa própria força.
A exaustão humana: Por mais que corramos, nossos pés se cansam. Há lugares onde o esforço físico ou intelectual simplesmente não consegue chegar, como a cura de uma dor na alma ou a restauração de um lar.
O orgulho da caminhada: Muitas vezes acreditamos que chegaremos "lá" apenas com o nosso suor, esquecendo que o caminho exige força espiritual e não força física.
2. A Potência dos Nossos Joelhos
Dobrar os joelhos é um ato de rendição e humildade. É interessante observar que, é justamente quando nos abaixamos diante de Deus é começamos a ganhar vantagem.
A oração rompe barreiras: Onde seus pés não entram (o coração de outra pessoa, uma decisão de tribunal, o futuro), sua oração chega.
Dependência é força: Como Paulo aprendeu em 2 Coríntios 12:10, "quando sou fraco, então é que sou forte". Os joelhos no chão ativam um imenso poder que não é nosso.
3. Indo Mais Longe
"Ir mais longe" não significa necessariamente percorrer mais quilômetros, mas alcançar propósitos eternos.
Visão clara (entendimento): Quem caminha muito (usa muito os pés), olha para o chão; mas quem muito ora, (usa os joelhos) olha para o Alto.
Velocidade divina: Às vezes, meses de esforço com os pés são resolvidos em poucos minutos de joelhos dobrados, porque passamos a agir na orientação e direção de Deus e não apenas com o nosso esforço.
Portanto a mensagem de hoje é: pare de tentar resolver tudo com os "pés" e comece a resolver com os "joelhos". Os pés te darão muito trabalho mas; os joelhos te levarão até o milagre.
Pr. Antonio Marcos Romano Passos